Mesmo com a deflação que o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) - que serve de base para o reajuste no valor dos aluguéis de imóveis - vem registrando nos últimos 12 meses, os preços das casas, apartamentos e pontos comerciais oferecidos para locação no Rio Grande do Norte não irão diminuir agora. É o que explica o presidente do Sindicato das Empresas Imobiliárias do RN (Secovi), Renato Gomes.
O que acontece é que, com a deflação de 0,23% do IGP-M, alcançada na primeira leitura deste mês, o aumento no preço dos aluguéis persiste, só que o reajuste será efetuado em menor proporção. Segundo Renato Gomes, o índice serve de base para os reajustes dos contratos em vigor e não para os imóveis que estão disponíveis para locação. "Os imóveis disponíveis seguem o mercado: se aumenta a procura, os valores de aluguel também têm incremento", explica.
De acordo com o presidente do Secovi/RN, o aluguel permanece no mesmo valor por no mínimo 12 meses, mas os efeitos da deflação já poderão ser sentidos agora. Os contratos que foram celebrados em julho do ano passado vão ser reajustados neste mês, só que com um índice menor, por causa dos meses de deflação do IGP-M. Desde janeiro, o índice já acumula redução de 1,47%.
Se o IGP-M continuar nesse ritmo inverso da inflação, a tendência é que nos próximos meses o índice de reajuste dos aluguéis baixe ainda mais. "Como esse acumulado de março, abril, maio e junho foi negativo, a tendência é que o índice acumulado anualmente vá caindo na mesma proporção", projeta. O presidente do Secovi/RN não sabe prever, no entanto, quando os valores dos aluguéis em Natal estarão mais baratos.
Hoje, em Natal, o aluguel de um apartamento novo, com menos de dois anos da entrega, dois quartos e 60 metros quadrados, está custando cerca de R$ 700, mais o condomínio. Só para efeito de comparação, em João Pessoa esse mesmo imóvel sai por R$ 550. Já em Fortaleza, esse preço sobe para R$ 800. "Os aluguéis de Natal são proporcionais à procura. Em comparaçãocom Salvador, por exemplo, nosso mercado é mais barato. Mas com relação à João Pessoa, que é uma cidade menor, aqui é mais caro", compara.
Proteja-se de abusos
Quando o inquilino avaliar que está havendo algum abuso na cobrança do aluguel, ele pode negociar com seu locador. Se não tiver sucesso, há dois caminhos que podem ser seguidos. Caso o aluguel tenha sido fechado via imobiliária, a instituição adequada é o Procon, uma vez que a prestação de serviço da empreas se configura como uma relação de consumo. Caso a locação tenha sido feita diretamente com o proprietário do imóvel, é preciso ir direto à Justiça, já que este relacionamento é regido por regras específicas, através da Lei do Inquilinato. As informações são do Instituto Municipal de Defesa do Consumidor (IMDC, antigo Procon Municipal de Natal).
O que acontece é que, com a deflação de 0,23% do IGP-M, alcançada na primeira leitura deste mês, o aumento no preço dos aluguéis persiste, só que o reajuste será efetuado em menor proporção. Segundo Renato Gomes, o índice serve de base para os reajustes dos contratos em vigor e não para os imóveis que estão disponíveis para locação. "Os imóveis disponíveis seguem o mercado: se aumenta a procura, os valores de aluguel também têm incremento", explica.
De acordo com o presidente do Secovi/RN, o aluguel permanece no mesmo valor por no mínimo 12 meses, mas os efeitos da deflação já poderão ser sentidos agora. Os contratos que foram celebrados em julho do ano passado vão ser reajustados neste mês, só que com um índice menor, por causa dos meses de deflação do IGP-M. Desde janeiro, o índice já acumula redução de 1,47%.
Se o IGP-M continuar nesse ritmo inverso da inflação, a tendência é que nos próximos meses o índice de reajuste dos aluguéis baixe ainda mais. "Como esse acumulado de março, abril, maio e junho foi negativo, a tendência é que o índice acumulado anualmente vá caindo na mesma proporção", projeta. O presidente do Secovi/RN não sabe prever, no entanto, quando os valores dos aluguéis em Natal estarão mais baratos.
Hoje, em Natal, o aluguel de um apartamento novo, com menos de dois anos da entrega, dois quartos e 60 metros quadrados, está custando cerca de R$ 700, mais o condomínio. Só para efeito de comparação, em João Pessoa esse mesmo imóvel sai por R$ 550. Já em Fortaleza, esse preço sobe para R$ 800. "Os aluguéis de Natal são proporcionais à procura. Em comparaçãocom Salvador, por exemplo, nosso mercado é mais barato. Mas com relação à João Pessoa, que é uma cidade menor, aqui é mais caro", compara.
Proteja-se de abusos
Quando o inquilino avaliar que está havendo algum abuso na cobrança do aluguel, ele pode negociar com seu locador. Se não tiver sucesso, há dois caminhos que podem ser seguidos. Caso o aluguel tenha sido fechado via imobiliária, a instituição adequada é o Procon, uma vez que a prestação de serviço da empreas se configura como uma relação de consumo. Caso a locação tenha sido feita diretamente com o proprietário do imóvel, é preciso ir direto à Justiça, já que este relacionamento é regido por regras específicas, através da Lei do Inquilinato. As informações são do Instituto Municipal de Defesa do Consumidor (IMDC, antigo Procon Municipal de Natal).
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